25 fevereiro 2026

Ano eleitoral, polarização política. Que comecem os jogos

TRUMP FALA EM ERA DE OURO, IGNORA VIOLÊNCIA DO ICE E APOIO AO MASSACRE ISRAELENSE EM GAZA

Republicano falou a congressistas por quase duas horas, tempo em que destacou que o país está mais seguro e que vive uma era de prosperidade que só ele enxerga Por 1h47m, o presidente Donald Trump tentou convencer o povo norteamericano de que o seu governo está dando certo. De mãos dadas com o negacionismo, o republicano se esmerou, ontem, no Congresso, em tentar convencer o eleitorado, a meses das eleições de meio de mandato, de que os EUA vivem "uma era de ouro". Ele disse estar convencido de que a sua gestão está melhorando as vidas das pessoas. No discurso mais longo da história, o presidente estadunidense exaltou o que considerou conquistas do seu mandato, em especial quanto à imigração e a economia. Donald Trump fez ataques à administração de Joe Biden, afirmando que recebeu um país "em ruínas". "Após apenas um ano, vimos uma transformação sem precedentes. Essa é a era de ouro dos EUA. Nunca voltaremos para onde estávamos. Nossa fronteira está segura, nossos inimigos têm medo", garantiu, sem, contudo, fazer menção as controversas ações violentas do ICE, a agência de imigração, na caça a imigrantes.

20 fevereiro 2026

NÂO VAI ROLAR

General golpista, dono do punhal verde e amarelo, não poderá receber visita íntima da esposa na prisão. Condenado a 26 anos e meio por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, entre outros crimes, Mário Fernandes fez o pedido em janeiro passado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo. Após instado pela Procuradoria-Geral da República, o Comando Militar do Planalto, onde o militar está preso, lembrou que há manifestação contrária da Corregedoria-Geral da Justiça Militar, que entende não ser apropriada a realização de encontros íntimos em dependências militares, ainda que as instalações sejam compatíveis.

ATLETA NÃO É ROBÔ

Caro Solberg, atleta do vôlei de praia, foi punida pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) e não poderá participar do Beach Pro Tour Elite, em João Pessoa, previsto para acontecer entre os dias 11 e 15 de março. A atleta é filha da saudosa e querida Isabel do vôlei, considerada uma referência na defesa dos direitos das mulheres, da igualdade de gêneros. Carol está sendo sancionada por emitir o seu posicionamento político. Ao vencer a disputa pelo bronze ao lado da parceira Rebecca durante a etapa de Adelaide, na Austrália, a atleta brasileira celebrou a prisão do ex-presidente, Jair Bolsonaro. "Sim, é um dia incrível para mim, estou muito feliz. Também foi um dia maravilhoso para o mundo. Ontem, no Brasil, colocamos na prisão o pior presidente da nossa história. Bolsonaro está preso, e isso é tão importante que a gente celebre", afirmou Carol em inglês. Atletas não são máquinas. São seres humanos como qualquer outro profissional, e não deveriam ser proibidos de manifestar suas opiniões.

17 fevereiro 2026

MORAES ERRA AO DETERMINAR QUE RECEITA INVESTIGUE CRIME DO QUAL É VÍTIMA

O vazamento de dados fiscais de pessoa física ou jurídica é crime previsto no ordenamento jurídico do Brasil. O sigilo fiscal protege as informações econômicas e financeiras dos contribuintes, conforme o art. 198 do Código Tributário Nacional. Afora outras leis vigentes que regulamentam o tema.Erro pode ser reparado pelo presidente do STF, Edson Fachiun, a quem compete encaminhar o pleito à Procuraria-Geral da República. Não se discute o mérito da necessidade de se identificar e responsabilizar criminalmente os servidores públicos supostamente envolvidos na divulgação criminosa dos dados fiscais dos ministros do Supremo e de seus parentes. O erro está na decisão intempestiva do ministro Alexandre de Moraes, que, monocraticamente, determinou à Secretaria da Receita Federal que investigue a violação do sigilo dos dados assegurado por lei.Moraes é parte interessada. Teve seus dados pessoais e fiscais vazados, bem como os de sua esposa e filhos. O correto seria submeter o pleito à PGR que, após avaliação da conveniência, caberia encaminhar o pedido ao presidente da corte, a quem cabe levar o caso a sorteio, a fim de que seja escolhido o magistrado do colegiado responsável pela investigação. Tudo muito explicito. O crime, o pedido intempestivo de investigação e a inércia de Fachin, que ainda pode se manifestar, fazendo uso de sua prerrogativa de líder da Suprema Corte.

15 fevereiro 2026

OUTRO PADRÃO

Bairrismos à parte, que o Carnaval de São Paulo evoluiu, não resta dúvidas. As escolas de samba paulistas se profissionalizaram, "importaram" mão de obra qualificada, vindo garimpar no Rio alguns dos mais talentosos profissionais cariocas. Os blocos não ficaram atrás. Se multiplicaram, ganharam as ruas, corações e mentes não somente dos foliões paulistanos. Se Ricardo Nunes, o alcaide paulistano, pode se vangloriar do seu bem sucedido Smart Sampa, o sistema de monitoramento por câmeras que ajuda a prender pessoas com contas a acertar com a justiça, o mesmo não se pode dizer quanto se trata de comparar a expertise que o seu homólogo carioca, Eduardo Paes, acumulou em anos de experiência, quando o assunto é organizar o espaço público para a evolução dos megablocos. A Prefeitura do Rio de Janeiro leva o assunto a sério. Criou até circuito, localizado no Centro do Rio, com o nome da querida e saudosa Preta Gil. Tem até perímetro batizado e demarcado para que tudo corra da melhor forma possível, sem os atropelos e incidentes comuns quando se trata de reunir grandes aglomerações de pessoas. Aqui no Rio, bloco não beija bloco. Consequentemente, mitiga-se os riscos de confusão envolvendo os foliões. Por isso que tem os locais próprios estabelecidos para os megablocos e para os não menos importantes bloquinhos. Porque folião que é folião, é fiel. Aqui no Rio, o cara que acorda cedo e sai de casa antes do galo cantar para ver o Bola Preta, não é o mesmo folião que no dia seguinte estará madrugando no Aterro do Flamengo para dançar ao som do Bangalafumenga. Esquece. No Rio é outro padrão.

LULA NA SAPUCAÍ; RISCO CALCULADO

O primeiro dia do desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio reserva uma estreia cercada de expectativa: como será o desfile da Acadêmicos de Niterói, vencedora da Série Ouro no ano passado, e que decidiu contar na Marquês de Sapucaí a trajetória de vida do presidente Lula, que estará na avenida testemunhando o tributo a si. Não fosse o risco que a decisão de cantar Lula representa, o governo seguramente estaria em peso na Sapucaí. Periga o Planalto estar representado na avenida somente pelo casal Lula e Janja e mais ninguém. A contragosto, os ministros/ deverão assistir ao tributo ao chefe pela tv. Afinal, cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém, ensinavam nossas avós. A opção da agremiação em retratar a saga do presidente pode trazer algum prejuízo à pré-campanha do petista, que já anunciou que irá concorrer, em outubro, ao seu quarto mandato. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, esta semana, as inócuas tentativas da oposição de proibir o desfile sob o argumento de que a apresentação configuraria propaganda política antecipada. A corte negou o pleito, mas observou que o tribunal estará atento ao desfile da Acadêmicos de Niterói, não descartando a adoção de eventuais sanções dirigidas ao líder petista, caso vislumbre a configuração de alguma violação do Código Eleitoral. A ver.

14 fevereiro 2026

DESCONFORTO

A mais alta corte do país já viveu dias mais serenos. A suspeita reinante entre os ministros do Supremo Tribunal Federal de que foram gravados clandestinamente durante a sessão secreta que definiu pela saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso do Banco Master, na quinta-feira (12), é algo grave e de difícil resolução. Os diálogos são precisos e não deixam margem de dúvidas de que aquilo que era para ser a quatro paredes, acabou se tornando público.

24 janeiro 2026

ISRAEL RETOMA DEBATE SOBRE A VOLTA DA PENA DE MORTE NO PAÍS

O tema não é novidade alguma para os mais velhos e para a novas gerações de israelenses, mas vem ganhando tração, sobretudo após a invasão do país pelo Hamas, em 7 de outubro de 2023. Na segunda-feira (19), a Knesset, o parlamento Israelense, voltou a debater a pena capital no país. Se aprovada, a emenda de "pena de morte para terrorista" será incluída no Código Penal israelense, sepultando a abolição da sentença de morte do ordenamento jurídico do país. No início de 2023, antes, portanto, da invasão de Israel por terroristas do Hamas, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, um dos mais radicais do governo Nethanyaru, dispendeu sua energia para tentar aprovar um projeto de lei que restabelecia a pena de morte. Acabou frustrado após esbarrar na resistência interna da população israelense e de organizações de defesa ds direitos humanos, recorda Milena Ansari, pesquisadora assistente para Israel e Palestina da Human Rights Watch (HRW).

20 janeiro 2026

A VIOLÊNCIA DO ICE NÃO POUPA MULHERES, IDOSOS E ENFERMOS

Enquanto Donald Trump amadurece a sua sanha expansionista tentando convencer o mundo da legitimidade do seu desejo de tomar a Groenlândia de assalto, oficiais do ICE, a agência imigratória e alfandegária dos EUA, invadiram a casa de um idoso, cidadão norteamericano, pelo simples fato dele aparentar ser um latino. Após a invasão sem nenhum amparo legal, os agentes o arrastaram seminu, em meio a uma forte nevasca, levando-o como um criminoso de alta periculosidade. A Gestapo de Donald Trump mata, agride, prende e invade residências com uma recorrência que tem deixado o mundo perplexo ante à truculência chancelada pelo líder republicano. Exatamente como fazia o III Reich de Ritler, nos anos de 1930. A perseguição racista é marcada pela truculência.Já são 31 mortos e um número incalculável de feridos e presos, de leste a oeste.

Um ano do governo Trump 2.0 faz emergir os temores do país

Hoje, 20 de janeiro, completa um ano desde que o presidente Donald Trump retornou ao Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C. , após uma campanha turbulenta, marcada por acusações de pedofilia, supressão de documentos sensíveis do governo e condenações do republicano nos tribunais. O cidadão americano médio sempre enxergou a economia - a recessão e o desemprego - como as maiores ameaças à estabilidade do país; o cidadão americano, por sua vez, aquele tem acesso à informação, teme que o avanço das drogas, lícitas ou não, sejam capazes de arruinar a supremacia global do país; nos dias de hoje, os antropólogos e sociólogos estão convencidos de que verdadeira debacle norteamericana, aquela com potencial de aniquilar os valores defendidos por Abraham Lincoln durante o século 19, resume-se a um nome: Donald John Trump., 20 de janeiro, completa um ano desde que o presidente Donald Trump retornou ao Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C. . após uma campanha turbulenta marcada por denúncias, acusações e condenações do republicano nos tribunais. O cidadão americano médio sempre enxergou a economia - a recessão e o desemprego - como as maiores ameaças à estabilidade do país; o cidadão americano, por sua vez, aquele tem acesso à informação, teme que o avanço das drogas, lícitas ou não, sejam capazes de arruinar a supremacia global do país; nos dias de hoje, os antropólogos e sociólogos estão convencidos de que verdadeira debacle norteamericana, aquela com potencial de aniquilar os valores defendidos por Abraham Lincoln durante o século 19, resume-se a um nome: Donald John Trump.

17 janeiro 2026

ENCARCERAMENTO EM MASSA, BOM PRA QUEM?

A política de detenção em massa implementada pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, a partir de 2023 tem lhe rendido invejáveis índices de popularidade. Bukele foi reeleito com os pés nas costas após liderar uma ofensiva contra as gangues do país, apontado no início dos anos 2000 como o país mais violento do planeta - número de homicídios por cada 100 mil habitantes.. Para efetivar a sua cruzada contra a criminalidade no país da América Central, o mandatário construiu o Centro de Confinamento de Terroristas -CECOT - (foto), a sua joia da coroa, considerada a maior unidade prisional das Américas, com capacidade de abrigar 40 mil presos. A prisão salvadorenha é alvo de denúncias de violação de direitos humanos e destino dos imigrantes ilegais deportados pelos Estados Unidos, muitos deles não salvadorenhos. Bukele surfa na popularidade, mas enfrenta também acusações diversas, que vão desde a violação de direitos humanos, prisões em massa ao arrepio da lei, sem processos ou ordens judiciais e até mesmo a suspeita de supostos acordos com as lideranças das gangues. O acordo, especula-se, prevê que os líderes dos grupos criminosos colaborem com a orientação para que sejam reduzidas as taxas de homicídios no país em troca de regalias na prisão, que vão do acesso a telefone celular, passando pela permissão do ingresso de prostitutas. Especialistas em política penitenciária divergem ao tentar entender a relação entre as prisões em massa no país com os elevados índices de popularidade alcançados pelo líder salvadorenho. A política de Bukele daria certo no Brasil? Os especialistas convergem na respostas. Há um consenso de que o Brasil, por suas especificidades, não comportaria uma política como a que foi implantada em El Salvador. O Brasil, ao contrário do país da América Central, tem uma extensão territorial e uma população infinitamente maiores. O tamanho das fações, as diversidades sócioeconômicas e culturais do país são quesitos avaliados pelos especialistas. Outros aspectos levados em conta referem-se às instituições brasileiras, muito mais sedimentadas e fortes do que as de El Salvador. O tamanho, a influência territorial e o poderio bélico dos grupos criminosos são avaliados como pontos que inviabilizariam a adoção de uma política pública similar a adotada pelo governo salvadorenho. A realidade brasileira demonstra uma complexidade infinitamente maior. Segundo dados coletados por organismos de defesa dos direitos humanos com atuação na América Central, El Salvador tem hoje cerca de 2% da sua população - em torno de 6,5 mi de pessoas - encarcerada. *Com informações da BBC News Brasil

16 janeiro 2026

Prêmio de consolação

A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado (foto), até que tentou um boquinha no governo de transição em seu país instalado por Donald Trump após a captura do líder chavista, Nicolás Maduro. Machado compareceu, nesta quinta-feira (15), a uma audiência, na Casa Branca, e levou consigo um combo para bajular o republicano. Ela presenteou Trump com a medalha que recebera quando foi agraciada com o Prémio Nobel da Paz, no ano passado, e ainda com uma placa emoldurada reconhecendo os esforços do republicano na defesa da liberdade e dos valores democráticos na Venezuela. Isso segundo ela, Corina Machado, é bom que se destaque. O mimo não deve ter atenuado a frustração do líder norteamericano, que manifestara publicamente, no ano passado, o seu desejo de ser agraciado com o Nobel da Paz, o que acabou não se concretizando. A honraria acabou sendo entregue à sua visitante hoje. Corina Machado está impedida de concorrer a qualquer cargo público em seu país, e vive em local não sabido com medo da repressão do regime agora comandado por Diosdado Cabello, o ministro do Interior da Venezuela, e a vice de Maduro, Delcy Rodríguez. María Corina Machado é dona de uma personalidade controversa. Já foi acusada de golpe de estado contra o ex-líder chavista, Hugo Chávez (já morto) e possui um estilo um tanto quanto agressivo, segundo os seus detratores.

14 janeiro 2026

NEM A GESTAPO FARIA MELHOR

No país que justifica o ataque à Venezuela em favor do povo venezuelano, que sofre com a repressão da ditadura chavista. O mesmo que diz avaliar a possibilidade de uma intervenção militar no Irã para socorrer os manifestantes que têm tomado as ruas do país contra a tirania do regime dos aiatolás. A jornalista do The Washington Post, Hannah Natanson, acordou nesta quarta-feira (14), com o FBI batendo à porta de sua casa, na Virgínia. A repórter tem acompanhado as medidas da Casa Branca para demitir servidores federais não alinhados ao governo Trump. A secretária de Justiça, Pam Bondi, justificou as buscas na casa de Natanson, afirmando que a jornalista obteve e divulgou informações confidenciais que lhe foram passadas de forma ilegal. Oi? Como assim? Ela é jornalista. Seu compromisso é com a veracidade dos fatos que divulga. No que se transformaram os Estados Unidos, o país da liberdade e das oportunidades. Divulgar a verdade pode ser extremamente perigoso. Desde o início de seu primeiro mandato, em 2017, Trump reclama de vazamentos com frequência. Ele próprio chegou a ser indiciado por manuseio indevido de documentos sigilosos após deixar a Casa Branca, num processo que depois foi arquivado. No fim de seu primeiro governo, o Departamento de Justiça solicitou registros telefônicos e de emails de jornalistas do Washington Post, The New York Times e da CNN, mas, até então, não havia registro de buscas em residências de repórteres ou de apreensão direta de seus dispositivos. fonte: Folha de SP

11 janeiro 2026

LULA FAZ VÍDEO NAS FÉRIAS DESTACANDO SEU ‘PERFIL DE ATLETA’ E A POLARIZAÇÃO DO PAÍS

O bem cuidado vídeo que Lula postou em suas redes sociais ao lado da primeira-dama Janja, na Restinga da Marambaia, no Rio, para onde viajou durante o recesso de fim de ano, teve dois propósitos bem claros. O primeiro deles: reforçar a sua invejável boa forma, hoje um homem octagenário, de sunga, bem disposto, passado um ano do delicado procedimento médico a que foi submetido na cabeça por causa de uma queda que sofrera no Palácio do Alvorada. A segunda mensagem, igualmente subliminar, foi uma referência à polarização política reinante no país. O mandatário fez uma analogia explorando o antagonismo entre a direita e a esquerda e o movimento contrário das ondas na Restinga de Marambaia, a faixa de areia controlada pela Marinha, que se estende por mais de 40 quilômetros, separando as águas abrigadas da Baía de Sepetiba da imensidão do Oceano Atlântico.

06 janeiro 2026

Governo Trump recua ante à fragilidade da acusação de que Maduro lidera cartel

O governo de Donald Trump já não demonstra tamanha assertividade ao acusar o ex ditador Nicolás Maduro de chefiar uma organização de narcoterrorismo.Ao menos é o que se intui do documento do Departamento de Justiça norte-americano ao qual os intrépidos repórteres do jornalão americano The New York Times tiveram acesso. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuou de uma afirmação de que Maduro estava associados a traficantes de drogas que fazem chegar aos Estados Unidos toneladas de cocaína. Esta foi a principal justificativa apresentada pela Casa Branca para que o governo de Donald Trump promovesse os ataques e a captura do ex ditador no fim de semana passado. Ao preparar o terreno para remover o governo chavista do poder na Venezuela, a administração Trump procurou disseminar a acusação de que ele liderava o cartel de drogas los Soles. Essa acusação foi redigida pelo Departamento de Justiça em 2020. Em julho de 2025, copiando a linguagem dela, o Departamento do Tesouro classificou o Cartel de los Soles de organização terrorista. Em novembro, Marco Rubio, o secretário de Estado e conselheiro de segurança nacional do presidente Trump, ordenou que o Departamento de Estado fizesse o mesmo, o que desencadeou a ofensiva militar em Caracas e que agora está no centro dos debates no planeta

GALO TENTA SENSIBILIZAR HULK PELA EMOÇÃO

O Atlético Mineiro ainda não conseguiu sensibilizara estrela do seu time Hulk para que ele continue em Belo Horizonte. O atleta rejeita a ideia da aposentadoria ao final da atual temporada como planeja o Galo e, por isso, o jogador se vê inclinado a ao menos ouvir a proposta do Fluminense, que deseja contar com o atacante. Sabedor disso, o Tricolor das Laranjeiras acena com um contrato de dois anos, ao contrário do clube mineiro que admite oferecer um acordo de somente um ano de validade, ou seja, até dezembro desde ano. A diretoria do alvinegro planeja ainda convencer Hulk pelo coração. Lge oferece um busto a ser erguino na Arena MRV, a produção de um documentário exaltando a passagem do jogador, que chegou ao clube em 2021 e ainda a possibilidade dele continuar fora dos gramados, atuando como cartola, com um percentual de 2% da receita arrecada pela SAF que controla o clube. Será que Hulk se verá inclinado a aceitar a proposta atleticana ou baterá o pé em busca da retomada do protagonismo em outras praias?

VICE DE MADURO É PEÇA-CHAVE DE DONALD TRUMP

Sem a participação da temida auxiliar do ditador durante a transição não há como levar adiante a retomada da pilhagem do petróleo venezuelano planejada pela Casa Branca Não foi ao acaso a escolha da vice de Maduro, Delcy Rodríguez, alçada oficialmente ao cargo de presidente interina do país, para assumir o comando da Venezuela enquanto o estafe de Donald Trump não assume de fato a pilhagem do petróleo do país sul-americano. Delcy é prócer do chavismo, figura muito próxima a Maduro e contestada por pare da população venezuelana. Para botar ordem na casa enquanto as empresas petrolíferas estadunidenses não desembarcam no país vizinho, é necessário manter a estrutura coercitiva do governo atual, para sufocar eventuais protestos e levantes de parte da população que se opõe ao chavismo e pela ala militar que desembarcou do regime e apoia a intervenção estadunidense.Por essas razões, o líder republicano alijou a líder oposicionista e Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, que dava como certa a indicação do seu nome para assumir o governo de transição até que seja marcada a data de um novo escrutínio popular no país.

05 janeiro 2026

COCAÍNA COM BANANA: VICE DE MADURO ACUSA LÍDER DO EQUADOR DE ENVOLVIMENTO COM O TRÁFICO

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez - vídeo abaixo - , acusou o presidente do Equador Daniel Noboa, reeleito em abril do ano passado, de envolvimento com o narcotráfico. Rodríguez assinala que de 70% da cocaína levada à Europa são transportados por contêineres em meio a toneladas de banana exportadas pelas empresas de Noboa para a Europa. Daniel Noboa é um oligarga de direita, membro de uma família tradicional, que fez fortuna no Equador à frente de um conglomerado de empresas ligadas ao comércio exterior. O país andino vive uma grave crise na segurança pública em razão da disputa sangrenta entre gangues ligadas ao tráfico de drogas, da corrupção do aparelho policial e da falta de investimentos em inteligência.. Por conta dos altos índices de criminalidade, os grandes centros urbanos do país experimentam um fenômeno de migração jamais visto, com a fuga de capital e conhecimento. Empresários, investidores e próceres da cultura e da ciência têm optado por abandonar o país por causa da insegurança. As altas taxas de homicídio aliadas à corrupção policial e aos crimes contra o patrimônio dão forma a um cenário devastador, que tem contribuído para corroer a economia do país. O Equador tem experimentado um recuo de receita por conta da fuga de empresários e investidores ante o aumento da criminalidade Segue abaixo a fala da presidente interina da Venezuela na qual acusa o líder do Equador de envolvimento com o narcotráfico. "Se Trump realmente quisesse combater o narcotráfico, teria que ir ao Equador, de onde são exportados 70% da cocaína mundial, e falar com o próprio presidente, que é dono da principal empresa que contrabandeia cocaína." Daniel Noboa, o narcoditador fantoche dos EUA no Equador, possui uma empresa familiar chamada Noboa Trading, com a qual trafica cocaína para a Europa, contrabandeando a droga camuflada em carregamentos de bananas. Grupos de narcotráfico nos Balcãs têm usado contêineres da empresa Noboa Trading para contrabandear cocaína para a Europa; mais de meia tonelada de cocaína foi apreendida em navios da Noboa no porto de Ploče, na Croácia, em 2021

DEA e FBI comandam show de horrores ao exibir Maduro em NY como um troféu

Imaginar que a ordem não foi autorizada por Donald Trump é o mesmo que acreditar que o motivo que impulsionou o republicano a ordenar o ataque militar contra a Venezuela foi por altruísmo, por compaixão, pelo desejo de querer libertar o povo venezuelano da tirania do chavismo. Após deixar o escritório da DEA em Nova York, Nicolás Maduro foi transportado dentro de um furgão com as portas abertas, escoltado por agentes federais. Vídeos postados nas redes sociais mostram que a condução do preso chama atenção porque as portas do compartimento traseiro do utilitário ficaram abertas durante boa parte do trajeto, expondo o líder venezuelano enquanto ele era levado até o centro de detenção onde passou a primeira noite nos Estados Unidos após ser capturado. A DEA e o FBI foram os protagonistas desse que foi um dos capítulos mais vergonhosos de suas respectivas histórias recheadas de crimes e violações contra os direitos humanos. Os agentes das duas agências foram os responsáveis pela escolta de Maduro desde a sua saída do escritório da DEA, em Manhattan, até o centro de detenção, localizado a poucos quilômetros dali e onde permanece preso. A van na qual o ditador foi embarcado desfilou pelas ruas com as portas escancaradas, numa espécie de exibição deliberada, como parte de um espetáculo montado para atentar contra a dignidade humana. O som que vinha do utilitário durante o percurso foi colocado propositadamente no mais alto volume, com a intenção explícita de desorientar o chefe de estado deposto. Um capítulo vergonhoso inspirado pelas mentes doentias de um governo comandado por um sociopata, megalomaníaco, de 79 anos, cuja patologia emite sinais preocupantes quanto à segurança da humanidade.Pobre do país que tem um desvairado a comandar o seu destino.

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